O filme conta a história de Olga, que fez parte do
comunismo. Após libertar seu namorado da cadeia, eles são obrigados a fugir
para a União Soviética, onde recebem treinamento para conflitos. Olga se
destaca no Partido Comunista, onde conhece Luís Prestes, que viria a se tornar
um dos principais líderes comunistas do Brasil. Em 1934, quando Prestes volta
ao Brasil, indicado pela Internacional Comunista para liderar uma revolução
armada, Olga é eleita para escoltá-lo. Passam a viver clandestinamente enquanto
planejam derrubar o governo de Getúlio Vargas. Durante este período, a relação
amorosa entre Prestes e Olga vai crescendo, e ela acaba engravidando.
Quando o movimento revolucionário é derrotado pelas forças
de Vargas, Olga e Prestes são presos pelo duro chefe de polícia Filinto Müller.
Diante de rumores de que seria deportada, Olga divulga sua gravidez e solicita
asilo político por ser casada e estar grávida de Prestes. O governo Vargas, que
neste momento simpatizava com a ditadura de Adolf Hitler, manda Olga para o
campo de concentração, mesmo grávida de sete meses. Na prisão alemã, dá à luz
uma filha que batiza de Anita Leocádia, em homenagem a Dona Leocádia, mãe de
Prestes. Após o período de amamentação, a menina foi retirada de Olga e
entregue à sogra. Após anos de prisão em campos de concentração, durante os
quais a opinião pública internacional fez inúmeras tentativas de libertá-la,
Olga é morta na câmara de gás. Somente anos depois, Prestes e sua filha leram a
última carta de Olga, onde faz uma emocionante despedida.


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